A Volkswagen já acostumada a ganhar a prova do Rallye Dakar com o seu modelo Touareg, está adaptando o veículo as condições que são encontradas no Dakar na América do Sul, por exemplo cruzar o deserto do Atacama a pouco mais de 4.500 metros de altitude. Naquela altitude a pressão atmosférica chega próximo a 0,5 bar, o que significa metade da pressão atmosférica encontrada no nível do mar, e o veículo da VW é um turbodiesel, e com essa característica ela enfrenta os mesmos problemas já conhecidos pelos calibradores para veículos turboalimentados em altitudes, o risco da turbina exceder a sua rotação limite e quebrar. Essas turbinas normalmente giram algo em torno de 80.000 a 100.000rpm, porém com a redução da pressão ela pode ultrapassar os 120.000rpm e se auto-destruir, para evitar esse efeito existem 2 soluções, um equipamento que suporte as altíssimas rotações ou refinar a calibração para otimizar a redução de potência necessária para preservar a turbina, porém estamos falando de uma competição e ninguém quer reduzir potência em um carro de corrida, desta forma a VW já rodou 10.000km, trabalhando a calibraçao para tentar obter o melhor rendimento possível sem alterar o componente e sem reduzir demais a potência e como se diz "capar" o motor. Vamos acompanhar em 2011 se eles vão continuar obtendo o mesmo sucesso com seu TDI 2.5 de 5 cilindros, como se diz em espanhol " a ver".
Fonte: Professional Motorsport World
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sábado, 23 de outubro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
domingo, 10 de outubro de 2010
Beto Monteiro faz história para a Iveco e vence no Velopark
Calma, lendo o post abaixo, parece que foi fácil assim, Beto Monteiro largou na pole e ganhou de ponta a ponta, más na FTruck as coisas não são tão simples assim.
A largada onde esperava-se um grande rebuliço foi relativamente tranquila sem muitos problemas, Roberval tentou se defender de Hisgué e acabou perdendo a posição para Leandro Totti, que vinha fazendo uma boa corrida e pressionando Beto, acabou passando, más Beto errou uma tomada de curva e tocou levemente Totti, até aí tudo bem, porém Roberval também superou Beto e no ímpeto acabou tocando e tirando Totti. A partir daí a corrida começou a ficar movimentada, devido ao quebra-quebra na frente e no bloco intermediário, na frente primeiro Felipe Giaffone rodou devido a uma quebra na transmissão, depois Hisgué também abandonou e Totti também. No final, nas últimas voltas Beto começou a pressionar Roberval, que acabou atacando uma zebra com mais intensidade e quebrou a suspensão do seu Scania, Beto assumiu a liderança com uma certa vantagem sobre Geraldo Piquet o segundo, e nas duas voltas finais Renato Martins quarto, pressionou Cirino terceiro, más não conseguiu passar, assim Beto Monteiro se tornou o primeiro piloto a vencer com três marcas diferentes, Ford, Scania e Iveco, dando assim a primeira pole e a primeira vitória a marca italiana sediada em Sete Lagoas-MG. Parabéns ao Beto que mostrou seu talento, não importando a marca. A próxima corrida é em Curitiba dia 14 de Novembro, com Giafonne em primeiro, Hisgué em segundo e Roberval em terceiro, com o detalhe que somente Roberval fez alguns pontos hoje devido a volta mais rápida e liderar na bandeira amarela programada, e com o terceiro lugar, Cirino diminui a diferença para os ponteiros, o campeonato pegou fogo hoje.
sábado, 9 de outubro de 2010
Deu Beto Monteiro no classificatório no Velopark
É a primeira vez que a FTruck vai para o Velopark, um circuito curto e travado, seria próprio para os caminhões pequenos, leia-se VW e Ford, com a VW isso se confirmou com o Giaffone e com o Valmir Benavides entre os oito melhores colocados no classificatório, más no nível em que está a VW não tem importado muito a pista, eles tem andado bem em todas, fora eles os grandes andaram bem, Beto Monteiro faturou a pole, Roberval em segundo e Leandro Totti em terceiro.
Quem tem decepcionado é a Ford, que começou bem e ao longo do ano tem ficado para trás, começaram o ano com a pole no Rio de Janeiro com o Danilo Dirani, que pilota muito, más tem ficado para trás, como por sinal tem acontecido todos os anos.
Vamos ver amanhã como vai ser.
Quem tem decepcionado é a Ford, que começou bem e ao longo do ano tem ficado para trás, começaram o ano com a pole no Rio de Janeiro com o Danilo Dirani, que pilota muito, más tem ficado para trás, como por sinal tem acontecido todos os anos.
Vamos ver amanhã como vai ser.
Ciclo Otto e Diesel - Eles estão convergindo
Interessante notar que os motores estão passando por alguns processos, hibridação (se é que assim pode-se chamar), downsizing (redução de tamanho e manutenção ou aumento da potência com o mesmo consumo ou mais econômico) e assim por diante, e um deles tem sido interessante, a convergência do motor ciclo Otto e ciclo Diesel. O que se tem visto é o motor ciclo Otto utilizando o que há de bom do ciclo Diesel e vice-versa. Para demonstrar, o motor ciclo Diesel adotou a injeção eletrônica e as multi-valvulas e o motor Otto tem implementado turbinas de geometria variavel, taxas de compressão mais altas e por último a adoção da injeção direta de combustível, e é com relação a injeção direta que gostaria de colocar a tradução de uma reportagem do site diariomotor.com (www.diariomotor.com) sobre um motor a gasolina preparado pela AMG alemã, empresa responsável pelos motores de performance da Daimler. O motor em questão é um V8 5.5 litros biturbo que irá equipar as linhas E e S AMG.
A Mercedes-AMG publicou todas as informações oficiais sobre seu novo motor de alta performance. Nós falamos sobre a substituição do atmosférico 6.2 V8 que estava sob o capô dos modelos com o slogan "63 AMG". A substituição é por um novo V8 biturbo com 5.5 litros, em termos técnicos, um twin turbo com um turbocompressor para cada banco de quatro cilindros. A AMG chama de downsizing, mas são apenas 747 cc menos do que o aspirado de 6.2 litros.
O bloco, as partes inferiores e o carter são de alumínio, enquanto as camisas dos cilindros e outras peças do bloco são de uma liga de aço.
A novidade é um sistema de injeção direta com injetores piezo-eléctricos de alta pressão. O principio é o mesmo do common rail turbo diesel, mas as pressões de injeção atingim 200 bar, enquanto as primeiras cerca de 2.000 bar.
O novo V8 5.5 twin-turbo tem quatro válvulas por cilindro e tem dois comandos de válvulas.
O sistema de refrigeração é feito através de um eficiente intercooler ar/água que garante o resfriamento do ar que entra na câmara de combustão.
Os dois turbocompressores são de tamanho pequeno para evitar o turbolag quando começam a operar e atingem uma rotação máxima de 185.000 rpm.
A potência desenvolvida em sua forma padrão é de 544 cv a 5.500 rpm, enquanto o torque máximo é de nada menos que 800 Nm entre 2.000 e 4.500 rpm. Um torque máximo de caminhão, mas é mais impressionante, considerando que a apenas 1.500 rpm, 670 Nm já estão a disposição. Para aqueles com desejo de uma potência maior, a AMG irá fornecer um kit que aumenta a potência para 571cv e um torque máximo de 900Nm, disponíveis entre 2.500 e 3.750 rpm.
Como eu havia citado acima, convergindo, turbina de geomtria variável, intercooler e injeção direta com injetores piezo, e a Daimler já tem um motor que se chama ciclo Diesel-Otto, más isso fica para um próximo post.
A Mercedes-AMG publicou todas as informações oficiais sobre seu novo motor de alta performance. Nós falamos sobre a substituição do atmosférico 6.2 V8 que estava sob o capô dos modelos com o slogan "63 AMG". A substituição é por um novo V8 biturbo com 5.5 litros, em termos técnicos, um twin turbo com um turbocompressor para cada banco de quatro cilindros. A AMG chama de downsizing, mas são apenas 747 cc menos do que o aspirado de 6.2 litros.
O bloco, as partes inferiores e o carter são de alumínio, enquanto as camisas dos cilindros e outras peças do bloco são de uma liga de aço.
A novidade é um sistema de injeção direta com injetores piezo-eléctricos de alta pressão. O principio é o mesmo do common rail turbo diesel, mas as pressões de injeção atingim 200 bar, enquanto as primeiras cerca de 2.000 bar.
O novo V8 5.5 twin-turbo tem quatro válvulas por cilindro e tem dois comandos de válvulas.
O sistema de refrigeração é feito através de um eficiente intercooler ar/água que garante o resfriamento do ar que entra na câmara de combustão.
Os dois turbocompressores são de tamanho pequeno para evitar o turbolag quando começam a operar e atingem uma rotação máxima de 185.000 rpm.
A potência desenvolvida em sua forma padrão é de 544 cv a 5.500 rpm, enquanto o torque máximo é de nada menos que 800 Nm entre 2.000 e 4.500 rpm. Um torque máximo de caminhão, mas é mais impressionante, considerando que a apenas 1.500 rpm, 670 Nm já estão a disposição. Para aqueles com desejo de uma potência maior, a AMG irá fornecer um kit que aumenta a potência para 571cv e um torque máximo de 900Nm, disponíveis entre 2.500 e 3.750 rpm.
Como eu havia citado acima, convergindo, turbina de geomtria variável, intercooler e injeção direta com injetores piezo, e a Daimler já tem um motor que se chama ciclo Diesel-Otto, más isso fica para um próximo post.
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