sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Buenos Aires quebra barraco

Esta semana estava conversando com um amigo meu muito ligado a FTruck e estávamos conversando sobre a última etapa realizada em Buenos Aires, onde somente 10 veículos terminaram a corrida e estávamos justamente discutindo que seriam necessárias impletar novas medidas para evitar o quebra-quebra e a frustração do público que vai lá para ver os veículos correrem e não pararem, porém discordei dele em se criarem medidas restritivas, a meu ver todo o dinheiro investido por patrocinadores nas equipes muitas vezes não chega nos caminhões, acaba ficando no interesse de alguém. O que quero expor com isso é que existe a necessidade de investimento em tecnologia, com embasamento técnico, não dá pra usar a ciência da achologia, ilustrarei com exemplos de investimentos tecnológicos versus resultados. Equipes com apoio de fábrica que utilizaram seus departamentos de desenvolvimento para desenvolver os caminhões desde 2001 têm estado entre o campeão ou vice, está aí a lista que não me deixa mentir;


2010 – Roberval Andrade (vice: Felipe Giaffone)
Caminhão: Scania
2009 – Felipe Giaffone (vice: Valmir Benavides)
Caminhão: Volkswagen
2008 – Wellington Cirino (vice: Geraldo Piquet)
Caminhão: Mercedes-Benz
2007 – Felipe Giaffone (vice: Roberval Andrade)
Caminhão: Volkswagen
2006 – Renato Martins (vice: Vinicius Ramires)
Caminhão: Volkswagen
2005 – Wellington Cirino (vice: Roberval Andrade)
Caminhão: Mercedes-Benz
2004 – Beto Monteiro (vice: Wellington Cirino)
Caminhão: Ford
2003 – Wellington Cirino (vice: Renato Martins)
Caminhão: Mercedes-Benz
2002 – Roberval Andrade (vice: Wellington Cirino)
Caminhão: Scania
2001 – Wellington Cirino (vice: Renato Martins)
Caminhão: Mercedes-Benz
fonte:   www.formulatruck.com.br


Desta forma é necessário que os envolvidos percebam que é necessário suporte técnico, que a brincadeira se tornou séria e que a vitrine é grande demais para arriscar a sorte.

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